segunda-feira, 7 de março de 2016

Vigésimo terceiro segredo da prosperidade



Vigésimo terceiro segredo da prosperidade

Poupar e endividamento

A tão almejada independência financeira só pode ser conseguida através de guardar pelo menos dez por cento do que se ganha e não fazer dívidas. Tanto uma coisa como a outra tem juros compostos envolvidos. Quando se paga apenas uma parte da dívida sobra um montante: o resto da dívida. Sobre esse montante é calculado novamente juros no próximo mês. Se a pessoa paga só uma parte é lógico que, o montante resultante contém os juros do mês passado. Então são calculados juros em cima dos juros do mês passado. Juros sobre juros. Esta é uma formula infalível para se ir à falência. Não é mais apenas sobre o capital, é em cima dos juros. Calcule isso mês após mês e verá a progressão disso. 

Como a pessoa terá uma velhice em paz desta forma? Como terá recursos para arcar com as despesas depois de se aposentar? Ficará na dependência dos parentes? Existem parentes para se ficar na dependência? Já viram ou sentiram o que é ficar na dependência? Isso deveria ser estímulo suficiente para se poupar e não fazer dívidas.

Liste todos os gastos de um mês. Até o último centavo. Veja onde vai o dinheiro. As pessoas falam que não sabem onde vai parar o dinheiro! Basta fazer uma lista de tudo que se gasta. Carregue um caderno ou anote no celular todos os gastos. Separe por tipo de gasto: diversões, supérfluos, alimentação, moradia, transporte, etc. Quando analisar verá onde foi tudo. Quem quer independência financeira tem de renunciar a determinadas coisas e gastos. A motivação tem de ser muito forte para fazer isso. É capaz de prorrogar uma satisfação e comprar à vista? Sem fazer dívida nem pagar juros?

Endividar-se é a mesma coisa que virar escravo. Antigamente era literalmente isso que acontecia. Hoje é mais sútil, mas tão impactante quanto antes. Leiam o livro “Dívida” de David Graeber, para ter uma ideia do tamanho do problema. Economizar pode ser muito prazeroso se sabemos porque estamos poupando. Se temos nosso objetivo de vida claramente definido sabemos que estamos fazendo um “sacrifício” pelo nosso bem futuro. A dívida é a mesma coisa, é sacar do futuro. A pessoa compra agora com o dinheiro que ganhará no futuro. Isso é dívida. O futuro hipotecado. E o futuro é imprevisível, mas as dívidas não são. Elas estarão lá para pagar de um jeito ou de outro. Uma pessoa fez dívida de juros compostos e levou 14 anos pagando. E não era nenhum valor muito grande. Era uma dívida feita mensalmente para morar e comer. Uma outra pessoa fez compulsivamente compras em lojas até que foi obrigada a parar. As dívidas foram consolidadas e agora tem de pagar por década sem poder fazer mais nenhum gasto. Só pagando e isso só está acontecendo porque um parente está ajudando. Caso contrário estaria falida pelo resto da vida. Lembrar que dívida não desaparece.

Quando se tem um plano e objetivo definido (colapso da função de onda) acontece uma coisa simples. Portas se abrem para novos negócios ou oportunidades de ganho. Pelo simples fato de ter um plano definido. É como se fizesse meditação ou visualização criativa. A mente sabe o que a pessoa quer e começa a movimentar as coisas para prover aquilo. Isso é automático. Isso é a consciência trabalhando para tornar realidade o que a pessoa imaginou e definiu. Apenas é preciso esperar um pouco sem por pressão nem ansiedade nem desespero que as coisas andam. Então as portas de abrem. É preciso entrar. Fazer, trabalhar, ir atrás, aproveitar as oportunidades. Feito isso novas portas se abrem. Só pensar positivamente. Tudo que se põe na mente multiplica. Se pensar em crise terá mais crise. Se pensar em prosperidade terá mais prosperidade. Se ficar ansioso para tudo. Exatamente o que está na mente. Depois que as dívidas foram criadas não adianta desespero. É preciso fazer um novo plano A, B, C... e pôr em prática. Imediatamente. Ter paciência e ir pagando o que for possível. Cortar os gastos supérfluos. Analisar bem o que é supérfluo. Tudo que não é indispensável para a vida é supérfluo. Tudo no universo é criado pela mente de alguém. Tanto as crises como as oportunidades. Exatamente como o ideograma japonês diz. Crise é oportunidade.

Normalmente as crises são criadas por endividamento, por “bolhas”. Vejam o filme “Margin Call” e “A grande aposta”. Bolhas só podem existir com endividamento. Senão seriam crescimento autossustentado. Todo endividamento cria bolhas. No filme “Margin Call” ele fala sobre algumas das “bolhas” desde 1600. Quem quiser saber isso detalhadamente leia “Salve-se quem puder”, de Edward Chancellor. Excelente livro. Gastar sem ter a receita gera “bolha” inevitavelmente. Só devemos gastar se temos para gastar e ainda poupar. E poupar o máximo possível. Em dez anos se verá a diferença. E o que são dez anos na vida de uma pessoa? Passa num piscar de olhos e se isso não foi feito lá estarão as dívidas e a falta de capital para viver quando a força física decair. Ninguém consegue ter a mesma produtividade indefinidamente. Quando o corpo decair sobra a mente e a poupança. Se a pessoa estudou diligentemente enquanto era jovem e forte não terá problemas para ter uma segunda profissão ou terceira. Na era da mudança normalmente as pessoas terão várias profissões durante a vida. Uma crise, uma perda de emprego, a idade, são n fatores que forçam a pessoa a trocar de atividade. Se ela se preparou não terá nenhum problema com isso. Fara outra coisa e continuará próspera. Para isso é preciso estudar e ler sempre. Preparando-se para uma nova fase. 

Hoje em dia existem oportunidades que nunca houveram no passado recente. No espaço de uma geração a mudança foi extrema. Vide a internet e todas as possibilidades que ela oferece. Quando se explica isso para uma pessoa, muitas vezes ela fala que está pensando e não age. Ficar analisando os prós e contras indefinidamente não trará nada. É preciso fazer. E todos os recursos já estão prontos. Já existe a infraestrutura pronta. Tanto de software como hardware. Basta fazer.

É imprescindível só falar de prosperidade. Nunca falar de crise. Tudo que se fala se atrai. É eletromagnetismo. Já se sabe que as dívidas existem, ficar filosofando sobre elas não pagará as dívidas. É preciso trabalhar imediatamente. Ver as alternativas. Começar a fazer. Ir pagando. Arrumar novas atividades. Ser criativo. Tirar as crenças limitadoras. Sair da zona de conforto. Não ficar esperando as coisas piorarem para vender o patrimônio se tiver. Não viver de ilusão. Pôr os pés no chão. Viver na realidade. Estudar para entender economia, marketing, serviços, etc. As oportunidades estão aí para quem tem olhos de ver. Nunca falta oportunidade. É preciso sair da zona de conforto e fazer o que nunca fez. É assim que se aprende. Fazendo.

Os sofrimentos que as dívidas trazem vale a pena qualquer sacrifício que se faça para se livrar delas. Melhor nunca fazer. Se já estão feitas fazer tudo que for possível para paga-las o mais depressa possível.

Pensar muito bem antes de fazer investimento com dívidas. Isso muitas vezes chama-se especulação. Investimento precisa de estudo de viabilidade econômica feito racionalmente. Sem ilusões nem esperança. Economia é uma coisa racional. Sabe-se antecipadamente se dá certo ou não, se for feito direito.

Lembrar que o medo atrai o que se tem medo. Se a pessoa tem medo da pobreza ela ficará mais pobre. É preciso querer a prosperidade para que tenha prosperidade. A negação de algo atrairá esse algo. Desta forma a pessoa será prospera e poderá desenvolver totalmente seu potencial em todas as áreas da vida.






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Isso já foi dito na palestra passada e já postei sobre isso.

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Existe uma estratégia de divulgação feita por mim e que está sendo seguida à risca.

Todos os vídeos editados por outras pessoas devem ser tirados de qualquer mídia em que estiverem.

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