sábado, 9 de janeiro de 2016

O sexto segredo da prosperidade



O sexto segredo da prosperidade

Percepção da realidade

Este é um segredo muito complexo e muito difícil de ser adquirido.

Vamos supor que fizemos a lição de casa, estudamos os segredos anteriores e estamos progredindo. Em direção à que? 

Estamos “navegando”, mas para onde? Sem uma estratégia não chegaremos a lugar nenhum. A pessoa sai de casa e pega o primeiro ônibus que passa. Será que chegará onde quer? Dificilmente.

Percepção é uma coisa de camadas. Níveis de percepção. Como bonecas russas dentro de bonecas dentro de bonecas... ou descascar uma cebola com camadas e mais camadas. Quando “enxergamos” um nível logo vemos que existe outro acima. Ou não vemos isso?

A pessoa trabalha numa empresa e vê o seu chefe tomar várias decisões todos os dias. Será que ela percebe qual é a estratégia do chefe? Onde ele quer chegar? De que forma? Qual a política ou estratégia que ele está usando? Ou ele não tem estratégia e está “navegando” às cegas?

Nascer, comer, dormir, trabalhar, morrer. Isso não é estratégia. Isso é só sobrevivência. Isso é só instinto. Estratégia é uma coisa racional, fruto do pensamento.

Em todos os níveis da vida existe uma estratégia sendo seguida. Será que percebemos isso? Se não percebemos seremos mais cedo ou mais tarde “atropelados” pelos acontecimentos. Quantas pessoas entenderam o que ia acontecer em 2008 com a crise do subprime? Quantas pessoas se prepararam para isso? E isso é apenas uma questão de percepção da realidade. Não é futurismo, não precisa de magia nem de médium, só precisa de raciocínio lógico. Só que existem vários níveis de lógica na nossa mente. Lembram-se do caso do bar de balada?

Recordando o caso do bar de balada. Um bar é aberto numa esquina em frente a outro bar que já está ali a décadas. O bar aberto não tem portas. Qualquer um entra e sai. Não tem espaço interno para por muitas mesas. Começa com música ao vivo nos fins de semana. Tem de pagar os músicos. Só pode por algumas mesas na calçada. Não há cobrança de consumação mínima ou de entrada (a porta é aberta). Paga um aluguel caro. É um imóvel comercial em local de movimento. Resultado: em dois meses faliu. Bastou pagar o segundo aluguel para falir. Como que o empresário não percebeu isso? Como ele podia achar que sem cobrar entrada ou consumação poderia pagar as despesas? Como pagar músicos sem ter receita? Como não percebeu que as pessoas iriam no bar da frente para beber e voltariam ao dele só para ouvir música? E isso tudo é só uma questão de percepção da realidade. Era uma coisa óbvia desde o início para quem parasse e analisasse o que estava acontecendo.

Qual a estratégia na administração da sua casa?

Qual a estratégia nos seus negócios ou no seu emprego?

Qual a estratégia da empresa em que trabalha?

Qual a estratégia do seu chefe? E a do chefe do seu chefe?

E por aí vai. Subindo de níveis até a estratégia de administração planetária, Solar, Galáctica e Universal. Para cada nível existe uma estratégia sendo aplicada. Não enxergar isso é ficar despreparado para o futuro.

Joseph Campbell dizia que hoje a humanidade não tem mais uma mitologia para se guiar. E que isso levaria séculos para acontecer. Para termos uma nova mitologia. Mitologia é a estratégia que uma tribo ou povo ou civilização tem. A mitologia define a estratégia.

Quando se vê hoje em dia o problema dos refugiados na Europa temos de pensar no seguinte: será que essas pessoas perceberam a estratégia que estava sendo seguida? Será que perceberam o que estava para acontecer? Estamos falando dos refugiados. Será que eles percebiam que iriam perder tudo que tinham e que sairiam vagando em barcos à procura de um lugar para viver? Será que eles se prepararam para isso? É óbvio que não! Foram surpreendidos pelos acontecimentos. Mas, uma coisa é um Cisne Negro. Um evento não previsível e outra coisa é não perceber o que está acontecendo à sua volta. São coisas completamente diferentes.

Prosperar é uma coisa de uma vida inteira. Não é prosperar por alguns anos e depois perder tudo. Ser próspero é um sentimento que deve dar resultados o tempo todo, a vida inteira, depois da vida, qual o legado que deixará aqui, qual a prosperidade que terá no lado espiritual, etc. Falando nisso. Qual a estratégia em termos de eternidade? Saindo daqui a pessoa fará o que? Irá estudar o que? Irá trabalhar em que? Irá ajudar em que? A vida é eterna, a consciência é eterna, a energia é eterna. É preciso ter uma estratégia eterna. Ou ficará vagando por aí sem saber para onde ir? Tanto faz deste lado ou do outro se não soubermos para onde queremos ir não chegaremos a lugar algum. E poderemos acabar como refugiados.

Percepção depende de raciocínio, de pesquisar, de ler, de procurar saber, de entender o que acontece em todos os níveis. Desde a estratégia na sua casa até a universal. Se parar para analisar tudo o que acontece começará a perceber, a ver, os padrões de comportamento em todos esses níveis. Desses padrões deduzirá a estratégia que está sendo seguida. É muito simples perceber a estratégia. Os fatos dizem qual é a estratégia. E fatos são coisas concretas. Coisas do dia a dia. Fáceis de perceber. São as notícias do dia a dia no mundo. É a história. Será que aprendemos com a história? Se a pessoa vê que uma grande maioria está fazendo dívidas o que acontecerá dali a um tempo? Não é preciso ser economista, nem médium, para saber o que acontecerá. Ou não? Como aquilo afetará sua vida, seu negócio, seu emprego, etc.?

E isso vale para todos os negócios. Para tudo que acontece no planeta Terra. Desde o mais ínfimo acontecimento até o mais macro acontecimento. Mas, para enxergar isso é preciso raciocinar. Pensar. Analisar. Viver ao “sabor dos acontecimentos” é uma coisa complicada. Pode ser muito emocionante, mas muito complicado. Prosperidade é uma coisa muito rara por causa disto. Porque é preciso pensar e analisar. E é uma coisa de bom senso. Não precisa de altos estudos para enxergar. Quantas pessoas de idade tem muito bom senso e enxergam o que irá acontecer? Muitas. Pela experiência de vida. Por isso os idosos em muitas civilizações eram cultuados e protegidos. Tipo o patriarca da família ou a matriarca. Eram admirados pela experiência de vida e porque com ela poderiam orientar a tribo ou família. Onde ficou isso hoje?

Bom senso é uma coisa simples. Todos nascemos com isso. Raras pessoas se jogam de prédios. Elas têm bom senso. Quantas pessoas abrem um bar de balada como o acima descrito? Poucas. A questão aqui é descobrir o que irá acontecer antes de fazer. Senão ficaremos com o prejuízo do bar de balada. É preciso analisar e enxergar antes de fazer. E isso é bom senso. E nesse ponto o ego não pode entrar. Se o ego tomar conta completamente o resultado será esse. Existe um superego que deve ser ouvido também. Existe um nível superior de consciência que pode nos auxiliar se nós deixarmos. Nós temos esse nível superior de consciência em nós. Ele é inato. Nascemos com ele. Faz parte da nossa essência.

Quanto a pessoa está disposta a aumentar sua percepção? Não estamos falando apenas de percepção extra-sensorial. Mas, também da percepção intelectual deste mundo. Perceber e entender como funciona este mundo. Sem isso como ser próspero? Se estamos imersos num sistema e não sabemos como ele funciona é muito difícil prosperar. Em todos os sentidos. Porém a questão é sempre a seguinte: quanto a pessoa está disposta a saber a verdade? Quanta verdade a pessoa quer saber? Quanta prosperidade quer ter? Quanta percepção quer ter? E neste ponto é preciso entender que quanto mais souber mais responsável por isso será. É impossível ter conhecimento e não agir em função dele. Se não agir terá somatizações, pois terá de reprimir a conscientização que está tendo. Se os atuais refugiados entendessem o que estava acontecendo eles teriam de tomar uma atitude. Não poderiam só assistir aos acontecimentos ou nem saber o que estava acontecendo. Seria preciso agir e sair da zona de conforto. E este é um dos principais problemas: sair da zona de conforto. Que implica em pensar, analisar, pesquisar, estudar, trabalhar, posicionar-se, ser proativo, envolver-se, conscientizar-se, etc. Se saímos da zona de conforto é lógico que estaremos desconfortáveis. Ou não? E viver desconfortável é uma coisa muito difícil de fazer. É preciso enfrentar os problemas. Seja isso desconfortável ou não. É puro instinto de sobrevivência. Ou ficaremos mais desconfortáveis ainda. Se nós tomamos a iniciativa de sair da zona de conforto estamos no controle da situação, mas se nós somos obrigados a sair da zona de conforto é porque perdemos o controle da situação.

Esta é a escolha que todo ser vivo tem de fazer.

Hélio Couto
www.prosperidadeetrena.com.br






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Isso já foi dito na palestra passada e já postei sobre isso.

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Existe uma estratégia de divulgação feita por mim e que está sendo seguida à risca.

Todos os vídeos editados por outras pessoas devem ser tirados de qualquer mídia em que estiverem.

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