domingo, 24 de janeiro de 2016

Décimo primeiro segredo da prosperidade




Décimo primeiro segredo da prosperidade

Inteligência de mercado

Primeiro vejamos um exemplo excelente da criação de uma mitologia pós-apocalíptica. O filme “Mad Max Estrada da fúria” é uma metáfora da vida na Terra e mostra como se pode criar toda uma mitologia para uma dada parcela da civilização restante. Toda civilização tem de ter uma mitologia que integre seus habitantes, tanto do ponto de vista social como psicológico. Caso contrário haverá uma desintegração tanto social quanto psicológica dos indivíduos.

A segunda questão é enxergar o Grande Quadro (Big Picture) da vida. Três filmes são excelentes em levantar esta questão “Cubo”, “Cubo Zero” e “Cubo2”. Sem enxergar o Grande Quadro é impossível ter sucesso duradouro. Projeções são falhas, mas pelo menos são baseadas em alguns dados, pesquisas e análises. O contrário das projeções é a esperança. E esperança nos negócios e na guerra é tragédia na certa. Achar que haverá tal acontecimento ou que as coisas acontecerão de determinada forma, do tipo “depois do carnaval a coisa anda”, “ano que vem melhora”, “agora vai”, “tem de dar certo”, etc. são frustrações na certa.

No fundo o que se chama inteligência de mercado é a capacidade de perceber, de analisar, de interpretar corretamente os dados que o cérebro recebe dos sentidos e da intuição. A intuição é uma “voz suave” que fala no mais íntimo de nós. Uma voz constante que nunca cessa. Emerge do Vácuo Quântico pelos microtúbulos das sinapses e chega na nossa consciência. Se a intuição não for racionalizada pelo ego, não for distorcida, ela é uma fonte inesgotável de sabedoria. Sentimos um sinal visceral de que algo não dará certo ou dará, de qual caminho seguir, que cuidados tomar, que investimento fazer ou não, em suma de tomar qualquer decisão. A intuição está disponível para todas as pessoas o tempo todo. É uma fonte de novas ideias de negócios indispensável. Ela faz com que evitemos as perdas e maximizemos os ganhos. E a intuição é um jogo de ganha/ganha. Qualquer jogo que tenha ganha/perde não é uma intuição. É fruto do ego. Ganha/ganha é o que John Nash propôs, a cooperação entre todas as partes.

Enxergar o Grande Quadro envolve clareza mental e a disposição de pensar com calma analisando todas as variáveis envolvidas. Isso parece banal, mas não é. É preciso identificar quais são as variáveis. Normalmente nem se sabe que algumas variáveis existem. Mesmo quando se sabe sobre todas as variáveis ainda aparecem os Cisnes Negros (eventos imprevisíveis). Enxergar as variáveis exige a disposição de abrir a mente a outras possibilidades, de expandir a visão de mundo totalmente, de entender economia, sociologia, política, psicologia, mitologia, antropologia, espiritualidade, metafísica, física, etc. É um conhecimento abrangente de como funciona o mundo. Sem tabus e preconceitos. Enxergar o Grande Quadro é uma epifania que nos transforma instantaneamente. É o insight que muda toda a visão de mundo num instante. É “pôr o ovo em pé”. É exatamente o que se sente quando se vê uma entrevista ou se lê um livro de Joseph Campbell. A habilidade de enxergar o Grande Quadro é uma das coisas fundamentais que todo ser deve cultivar a vida inteira. É preciso se dispor a enxergar. Querer enxergar custe o que custar.

“Quem tem olhos, veja! ”.

Hélio Couto
www.prosperidadeeterna.com.br

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Existe uma estratégia de divulgação feita por mim e que está sendo seguida à risca.

Todos os vídeos editados por outras pessoas devem ser tirados de qualquer mídia em que estiverem.

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