quarta-feira, 5 de agosto de 2015

E o vento levou...



E o vento levou...
Magnífico filme.
Se dez pessoas que nunca viram um elefante, tiverem seus olhos vendados e forem colocadas junto a um elefante, o que será que descreverão? Algumas pegarão nas patas, outras no rabo e outras na tromba. Qual a probabilidade de que descrevam exatamente o elefante? Mínima.
Um trabalho como este tem a mesma problemática. Temos os seguintes livros:
Tomo I
Tomo II
Curso de aplicação de Mecânica Quântica
O livro de Aton
Mentes In-formadas
Manual da RH
Marketing e Arquétipos
O poder da RH
Mais de 600 postagens
68 palestras gravadas que estão editadas nos livros acima
Se uma pessoa leu dez dessas palestras qual a ideia que ela tem do trabalho? Não estou falando nem da pessoa entender o que está subentendido na palestra, estou falando de ter uma visão de conjunto do trabalho, pois nenhuma das partes é menos importante que a outra. É um quebra cabeça com todas essas peças e se faltar alguma não se entenderá o todo. E aí as conclusões podem ser totalmente equivocadas em relação ao significa do elefante. E conclusões precipitadas podem ser tiradas.
Outro dia li um artigo em que o autor dizia que a Europa tinha perdido a concepção cristã da vida. Perdido a sacralidade da existência. Isso não aconteceu apenas na Europa. Este é um fenômeno mundial. Isto foi descrito com perfeição no excelente livro “Las três estaciones” de Martin Cruz Smith, sobre a prostituição em Moscou. Mas, poderia ser em qualquer lugar do mundo. A exploração infantil das meninas como prostitutas. Não existe exemplo mais contundente da perda da sacralidade do que este. Cada menina tem uma Centelha Divina dentro de si. Quando se acha que não há nenhum problema em explorar desta forma uma criança onde chegaremos? Porque é isto que se ouve constantemente como se fosse uma coisa absolutamente normal. Falam que existem as mulheres normais e as prostitutas. Como se estas fossem uma subespécie animal. Como se não fossem da espécie humana. Como se não tivessem alma ou espírito. Da mesma forma que pouco tempo atrás falavam que os indígenas não tinham alma. E podiam ser usados como escravos. Isto acontecia cento e poucos anos atrás.
Quando Hannah Arendt foi no Julgamento de Jerusalém o que ela viu? Uma pessoa absolutamente normal. Um funcionário cumprindo ordens da melhor forma que podia. Ela deu a isso o nome de “A Banalidade do Mal”. Este título pode não transmitir exatamente o que ela quis dizer. Talvez seria melhor dizer: O mal como uma coisa banal. Pois esse é o sentido do que ela disse. E quando vemos isso constantemente é exatamente essa a impressão. O mal visto como uma coisa banal. Perdeu-se completamente a noção do que é o mal. É por isso que se põe fogo em mendigos e moradores de rua, por exemplo. Quando uma pessoa fura uma fila ou entra numa contramão o que significa isso? Ela acha uma coisa banal furar um fila e entrar numa contramão, mesmo que as duas ruas paralelas à esta rua sejam mão para subir. Ou que o silencio noturno seja desrespeitado até as 5 horas da manhã numa zona residencial. São poucas as pessoas que tem recursos suficientes para comprar o imóvel onde o barulho é gerado e parar com o barulho noturno. Os demais mortais têm de suportar sem se queixar. Ou quando você aluga uma casa e tem um vizinho com uma marcenaria na casa ao lado com uma serra funcionando o dia inteiro e ainda põe o carro na porta da sua garagem. E se você reclamar ele quer te agredir. Mesmo que você tenha mais de 70 anos. Quantos exemplos preciso dar para ficar claro que o respeito pela vida humana foi perdido a muito tempo?
E quanto a um trabalho espiritual? Onde não há respeito pelos Seres de Luz que estão prestando um serviço aos demais. Os Seres de Luz não têm nenhuma obrigação de fazerem o que fazem. Eles trabalham por amor à humanidade. Eles devem ser reverenciados e respeitados por todo o sacrifício que já fizeram pela humanidade. Ou todo esse sacrifício não dá uma extrema dignidade a eles? Lembram-se da contabilidade cósmica? Onde entra debita e sai credita? Pois é. Quando esses Seres se sacrificam eles estão dando amor pela humanidade, está saindo amor de deles para os demais e isso significa que eles estão sendo creditados e a humanidade está sendo debitada. Toda ação ou gera débito ou gera crédito. E é por isso também que devem ser reverenciados e respeitados. Sem isso perde-se todo o benefício que poderia ser auferido pelo contato com eles.
No universo tudo está em movimento, tudo evolui ou involui. Nada fica parado. Nunca. Um débito eterno sem consequências não existe. Todo débito é cumulativo e tem consequências. Que vão variando em grau dependendo do tempo e da quantidade do débito. Toda pessoa que já teve dívidas calculadas por juro composto sabe o que estou falando. Existe um episódio Star Trek que trata exatamente da involução biológica. Bastaria que a humanidade entendesse exatamente o que os roteiristas escreveram nas 5 séries Star Trek para que todos os problemas da humanidade fossem resolvidos. Três séries com 7 temporadas, uma com 4 e outra com 3. Um número imenso de episódios analisando todo o comportamento humano e mostrando a solução de todos os problemas.
Existe solução para todos os problemas da humanidade? Existe. Porém, isso depende de uma profunda transformação interna de consciência. Sem essa mudança de paradigma os problemas continuarão aumentando.

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Videos editados I


Ninguém está autorizado a editar meus vídeos e fazer montagens, cortes, adições ou qualquer outra manipulação com as imagens das palestras.

Somente com autorização por escrito alguém pode usar minhas imagens.

Isso já foi dito na palestra passada e já postei sobre isso.

Quem está fazendo isso está prejudicando o trabalho.

Existe uma estratégia de divulgação feita por mim e que está sendo seguida à risca.

Todos os vídeos editados por outras pessoas devem ser tirados de qualquer mídia em que estiverem.

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