terça-feira, 25 de agosto de 2015

A toca do coelho - parte II



A toca do coelho – parte II

No filme “Quem somos nós? ”, o menino pergunta: “Até onde você está disposto a ir na toca do coelho? ”.
Esta é uma questão fundamental. Tal como Shakeaspere escreveu: “Ser ou não ser”. Ou “Conhece-te a ti mesmo”.
Quando se vai no mais fundo da toca encontramos o Todo. E quando isso acontece temos certeza de que o Todo não é um conceito intelectual, não é um conceito metafísico, não é uma ideia ou uma abstração. O Todo é autoconsciente, inteligente, onipotente, onipresente, onisciente e pessoal.
A seguir acontecem as seguintes coisas:
A pessoa decide trabalhar pelo Todo, para o Todo e com o Todo.
A pessoa decide que fará qualquer sacrifício pelo Todo.
A pessoa decide que existem limites que não ultrapassará trabalhando pelo Todo.
Ou
A pessoa decide que rejeita o Todo.
A pessoa decide que o ego vem em primeiro lugar.
Estas decisões determinam o futuro da pessoa por muito tempo. E tem extremas consequências práticas, tanto nesta dimensão quanto nas outras. Tudo é um aprendizado e o livre arbítrio está garantido. A partir deste momento a vida da pessoa mudará de uma forma ou de outra. Não há forma de voltar atrás. O contato pessoal com o Todo muda tudo. Ou se aceita ou se rejeita. Incondicionalmente. Um encontro com um Ser de tal magnitude frequencial provoca reações extremas: amor incondicional ou ódio incondicional ou tenta-se ignorar Sua existência. A energia do Todo é avassaladora. Uma leve flutuação desintegraria qualquer coisa. (No sentido atômico da palavra).
E o que determina as decisões acima é o contato com o sentimento do Todo: Amor Incondicional. O Todo é Amor. Num nível incompreensível para as criaturas (emanações). Se uma pessoa em algum momento da vida teve um ínfimo sentimento de amor por algo, por um animal, uma planta, uma pessoa, um filho, ela terá de analisar isso da seguinte forma: se eu (uma unidade carbono) posso sentir isso, o que sentirá então o Todo?

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