sexta-feira, 26 de abril de 2013

Arqueologia Secreta I



Arqueologia  Secreta I

Da mesma forma que na Física evita-se falar do papel da consciência do observador nos experimentos quânticos, na arqueologia oficial evita-se toda evidência arqueológica que não corresponda à visão de mundo atual. O famoso Status Quo. A manutenção de tudo que existe hoje em termos de organização social. Pretende-se uma estratificação total da nossa visão de mundo. Um engessamento completo de toda descoberta científica e seu significado. Deve-se ficar apenas com sua aplicação técnica. Apenas negócios. A ciência só deve evoluir se contribui para a manutenção do status quo. Qualquer descoberta ou evidência que ponha em questionamento os dogmas vigentes deve ser descartada, ignorada, ocultada ou perseguida. E seus autores serem desacreditados cientificamente. Desta forma a maioria continuará confortavelmente com suas vidas sem mudar absolutamente nada na sociedade humana atual.
Esta é a conclusão inevitável que qualquer pessoa com isenção de ânimo faça uma pesquisa sobre as origens da humanidade. Na verdade é um milagre que a ciência tenha avançado alguma coisa neste planeta. Depois de Giordano Bruno todos tiveram que ter muito cuidado com o que falavam ou escreviam. O problema é que pouco tempo depois passamos a ter duas inquisições em andamento na Terra. Continuou a primeira inquisição e surgiu a nova com os interesses dos novos detentores do conhecimento oficial. Ficamos com os dois extremos! O melhor de dois mundos! A inquisição teológica e a materialista. Sobrou quase nada para os que realmente querem conhecer a verdade científica em qualquer área de atuação humana.

No livro “A História Secreta da Raça Humana”, de Michael A. Cremo e Richard L. Thompson, Ed. Aleph, encontramos abundantes evidências de que o que se divulga hoje sobre a evolução da vida na Terra está completamente errado. Este é um livro imprescindível para quem quer conhecer a verdade sobre a história dos seres conscientes na Terra.

Durante esta série de artigos analisaremos essas evidências, desta fonte e de muitas outras. Vejamos o primeiro exemplo:

As extraordinárias ruínas de Baalbek, no Líbano, a 85 quilômetros de Beirute. Foi considerado uma das sete maravilhas do mundo antigo.  Os romanos usaram essas ruínas para construírem seu templo dedicado ao deus Júpiter. Os romanos construíram o templo em cima das ruínas mais antigas. Nessas ruínas mais antigas existem 9 blocos de pedra cada um com 300 toneladas. Ao lado encontram-se os famosos blocos megalíticos conhecidos como “Trílito”, com 3 pedras pesando cada uma 800 toneladas. Ajustadas de forma tão perfeita que é quase impossível inserir algo entre as pedras. Também existe outro bloco conhecido como a “Pedra do Sul” pesando 1000 toneladas. Como essas pedras foram conduzidas por 500 metros em elevação? E o templo de Júpiter está construído num terraço muito maior. Todas essas ruínas foram convenientemente esquecidas, pois se fossem estudadas seriamente, mudariam toda a história oficial desta civilização atual. E isso é um tabu total.

É impossível não chegar à mesma conclusão que chegou Charles Alexis Clerel de Tocqueville:
“Depois de ter subjugado sucessivamente cada membro da sociedade, modelando-lhe o espírito segundo a sua vontade, o Estado estende então os seus braços sobre a comunidade. A vontade do homem não é destruída, mas amortecida, dobrada e guiada; ele raramente é obrigado a agir, mas é com freqüência proibido de agir. Tal poder não destrói a existência mas a torna impassível; não tiraniza mas comprime, enerva, sufoca e entorpece um povo até que cada nação seja reduzida a nada mais que um rebanho de tímidos animais industriosos, cujo pastor é o Governo”.

Direitos Autorais:
Copyright © Hélio Couto. Todos os direitos reservados.
Você pode copiar e redistribuir este material contanto que não o altere de nenhuma forma, que o conteúdo permaneça completo e inclua esta nota de direito e o link: www.heliocouto.com



Nenhum comentário:

Postar um comentário


Videos editados I


Ninguém está autorizado a editar meus vídeos e fazer montagens, cortes, adições ou qualquer outra manipulação com as imagens das palestras.

Somente com autorização por escrito alguém pode usar minhas imagens.

Isso já foi dito na palestra passada e já postei sobre isso.

Quem está fazendo isso está prejudicando o trabalho.

Existe uma estratégia de divulgação feita por mim e que está sendo seguida à risca.

Todos os vídeos editados por outras pessoas devem ser tirados de qualquer mídia em que estiverem.

Postagens populares

Marcadores