segunda-feira, 17 de novembro de 2014

E Deus?



E Deus?

Muitos anos atrás estava ministrando um workshop, quando depois de 3 horas um aluno fez a seguinte pergunta: “E Deus?”. Respondi que estava falando Dele desde o início.
Isso mostra a dificuldade que as pessoas têm de identificar quem é Deus, como Ele é, como Ele pensa, como Ele sente, como Ele age, etc.. Todos os problemas de planetas em evolução, países, empresas e pessoas é esse.  Todo o problema de casa/carro/apartamento/fazenda/ namorado/etc. é este. Caso isso já tivesse sido entendido tudo já estaria resolvido.
Semana passada uma cliente foi atacada verbalmente por um membro de uma religião diferente da sua. Isso prova cabalmente que esta pessoa que atacou não entendeu nada sobre isso, mas sabe exatamente o que significa: Poder. Atacar outra pessoa por causa de religião é pura questão de poder. Não tem nada a ver com religião e muito menos com espiritualidade.
Vejamos o caso de Moloch. Esse é um deus com um culto muito antigo na Terra. É muito importante prestar atenção quando se escreve Deus com letra maiúscula e deus com minúscula. São coisas completamente diferentes. Esse deus Moloch exigia o sacrifício humano de crianças, bebês, que deveriam ser jogados num forno em chamas. Seu culto sobrevive até hoje. Não é divulgado abertamente, mas continua até hoje. A característica de deuses como Moloch é serem deuses vingativos, ciumentos, sanguinários, que gostam de sacrifício humano, que mandam mutilar, que mandam matar, invadir a terra dos outros e matar todo mundo, etc.. São deuses de poder. Provocam sofrimento e querem sofrimento. Alimentam-se de sofrimento. São deuses que usam a energia gerada pelo sofrimento ou medo. A lista desse tipo de deus é longa. São muito populares na humanidade. Sempre foram. Sua motivação é o poder. Desta forma todos que querem poder também são atraídos por ele. Essa é a razão de um culto durar milênios.
Será que as pessoas sabem distinguir quando estão cultuando um deus desse tipo ou o Deus de Amor? Como distinguir isso? Fácil. Pelos atos das próprias pessoas do culto. Se a pessoa tem amor, ama e faz o bem incondicionalmente ela está ligada ao Deus de Amor. Óbvio ululante. Se ao contrário a pessoa ataca outra, seja de que forma for, é óbvio que ao outro tipo de deus. Como não enxergam isso? Porque não pensam. Seguir cegamente é típico de não-pensar. Somente assim temos esses ataques, que podem ser verbais, de grupos, de países, guerras religiosas, Inquisição, etc.. Caso essas pessoas pensassem e analisassem com calma, buscassem dados, lessem muito, buscasse a verdade pura e simples, elas descobririam que estão seguindo a Moloch. E se querem seguir Moloch com livre-arbítrio o problema é delas. Existem conseqüências é claro, mas neste caso é consciente o que fazem. O problema é a inconsciência. Quando se pensa que se está seguindo o Deus de Amor e na verdade é ao outro. É impossível fazer confusão quanto a isso. Se a pessoa xinga a outra, como não enxergar que é raiva e ódio o que sente? Como ser inconsciente disto? E achar que segue o Deus de Amor? É pura ignorância. E o pior é que não querem aprender, pois toda pessoa que tentar ensiná-las é tratada como inimiga. O fanatismo é uma tragédia. Quando ele entra por uma porta a razão sai pela outra. E aí temos todas as conseqüências do ódio.
As questões levantadas no inicio desta postagem podem ser respondidas por causa do seguinte: tudo que existe tem a mesma essência no nível mais profundo de si. O Amor permeia tudo. Está em tudo. No nível mais profundo. Para senti-lo é preciso ter consciência expandida. É uma questão de percepção. E percepção é uma coisa complicada para os humanos. Haja vista que um camarão tem mais percepção da realidade que um humano, por exemplo. Para desenvolver a capacidade de amar é preciso expandir a consciência para abarcar cada vez mais a realidade. Até chegar à Realidade Última: Deus, O Todo.
Quanto menos consciência menor a capacidade de amar e maior a capacidade de odiar. Na razão direta e inversa. À medida que essa capacidade de amar, de compreender a realidade se amplia mais unido se está com Deus. É uma comunicação íntima entre dois seres: o humano e Deus. Sendo que na realidade não há separação alguma entre eles. Lembra-se que só existe uma Única Onda no Universo? Tudo é uma coisa só. Essa união com Deus expande-se sem parar se a pessoa deixar. Ela tem o livre-arbítrio e decide isso. Quanto maior a união maior a felicidade, quanto menor maior o sofrimento. Essa união só pode ser desenvolvida num relacionamento íntimo entre o humano e Deus. Um relacionamento pessoal. Quando a pessoa se volta para dentro de si e encontra a Centelha Divina. Deus dentro dela. Quando a pessoa sente isso a comunicação aconteceu. Não é um fato mental. Pelo mental não se chegará a Deus. Somente pelo Amor, pelo sentimento. Pois Amor em principio é um sentimento. Depois a pessoa pode raciocinar sobre o amor, mas primeiro tem de senti-lo. É por essa razão que é tão difícil os seguidores de deuses do tipo Moloch, entenderem como são as pessoas do Deus de Amor. Com o aprofundamento dessa união, cada vez mais a pessoa sente como Deus sente, pensa como Deus pensa, age como Deus, etc.. Isso dentro da capacidade humana de sentir. Aqueles que sentiram um vislumbre do que é o Amor Incondicional de Deus, nunca mais são os mesmos. É um sentimento e uma emoção arrasadora. Mas, para isso é preciso querer. É preciso estar aberto para isso. Exige catarses sem parar para limpar o instrumento para ser tocado por Deus. Para entrar em fase com Ele. Somente com uma enorme elevação de freqüência é possível se comunicar com Deus. E essa freqüência é o Amor. Não é a razão. É por esta razão que as religiões que seguem deuses tipo Moloch são religiões mentais, racionais. Óbvio. Quando a pessoa segue o cérebro reptiliano, complexo-R, e não analisa o que faz pelo neo-cortex, ela inevitavelmente seguirá um deus do tipo Moloch. Não há outro jeito. É puro poder o interesse do cérebro reptiliano. E poder é o contrário do amor. O amor é dar sem esperar nada de volta. Dá porque é sua essência dar. Sem condições. Portanto, por pura lógica, quem ataca outra pessoa por causa da religião ou crença, é um seguidor de Moloch. Entenda isso ou não. É por isso que se conhece a árvore pelos frutos. A única maneira de conhecer a árvore é pelos frutos. E a árvore dá os frutos de acordo com a consciência que tem.
Quando a união com Deus chegou num ponto que pode dar frutos, eles não se fazem esperar. É nessa hora que aparece a não-aceitação do mal. A não-compactuação com os que fazem o mal, com os que manipulam, com os que exploram, com os que suprimem a verdade, com os que geram as doenças, fomes, misérias, desempregos, exploração, guerras, etc.. É preciso dar uma prova prática do Amor a Deus. Isso não pode ser retórica. Papo furado. Isso tem de aparecer na vida prática. Com atitudes de não aceitar, não pactuar com o mal. E para isso é preciso ter consciência do que é o mal, de como ele age, de como ele pensa. Senão é pura visão romântica da vida. Caminhando direto para o matadouro. Servindo como bucha de canhão para os seguidores de Moloch. Ou implementando políticas que destroem a civilização humana. Mais uma vez. É chegada a hora em que todos terão de se posicionar. Ou estão de um lado ou de outro. Não há mais muro para ficar em cima.


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