quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Ex-colega


Ex-colega

Um ex-colega de escola liga para a ex-colega:
- Olá Fulana, como está?
- Tudo bem e você?
- Gostaria de conversar com você?
- Ok. Diga quando e onde?
- Não pense que estou pensando em levá-la pra um motel?

Nesse ponto da conversa o Fulano já deveria ter percebido que cometera um terrível engano e erro de aproximação. Ficou claro que ele quer ir pro motel. Cometeu um ato falho evidente. Ela não fez nenhuma objeção a encontrar com ele. Sua resposta foi a mais natural possível: quando e onde? O que ele queria que ela respondesse? Que fosse evasiva ou “difícil”? Ele não esperava uma resposta direta e assertiva. Depois de um erro deste o Fulano deveria ter percebido que com ela não haveria mais nenhuma possibilidade. Mas, ele insistiu dias depois. Ligou novamente e ela o convidou para ir à casa dela, já que no seu próprio território joga-se melhor e com mais segurança. Ele também não percebeu isso. Vejam o excesso de autoconfiança.

Durante o jantar ele pergunta:
- Conhece sexo tântrico?
- Sim. Conheço muito o assunto.
- Como você conhece?
- De praticar durante horas e horas. Além disto, de vivência em outras encarnações.

Segundo aviso. Pra bom entendedor o sinal vermelho deveria ter acendido na cabeça do Fulano. Quem faz uma afirmação desta deve saber o que está falando. Portanto, é melhor ir “devagar com o andor que o santo é de barro”. Porém, ele não percebeu mais este aviso.

-Vamos assistir a um filme.
- Que filme você quer assistir?
- Qualquer um.
- Qualquer um é difícil. Tem aventura, ficção e romance.
- Romance.

Outro erro. Qualquer filme serve já que o objetivo dele é outro. Ele não percebe que ela já está jogando muito lances à frente dele.
Sentam-se para assistir ao filme um distante do outro. Ela já colocou uma distância para avaliar a situação. Dali a pouco ele pede para sentar perto. Ela consente. Ele coloca o braço no ombro dela. Nesse ponto a conversa passa a ser abertamente sobre sexo e se ele que fazer sexo. Ele diz que sim. Ela então o convida para irem pro quarto.
Chegando ao quarto ele entra em pânico e não consegue fazer nada. Despede-se constrangido e sai o mais depressa possível do apartamento.
Percebem que ele quis queimar etapas e não conseguiu avaliar com quem estava tratando? Que ela é “muita areia pro caminhãozinho dele”?  Evitar conversar o necessário para se conhecer o outro dá nisso!

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