terça-feira, 22 de agosto de 2017

Auto-sabotagem II




Auto-sabotagem II

O que acontece quando a onda da Ressonância penetra no cérebro?

Ela penetra pelas sinapses e pelos microtúbulos de 15 nanometros. Inunda o cérebro de luz dourada com as informações. Isso se não encontra nenhum obstáculo pela frente.

No caso de um ego que resiste, vem em sentido contrário uma energia escura que impede a passagem da luz dourada. Isso atrasa o processo.

O que é essa energia escura que vem em sentido contrário?

É o ego da pessoa que não quer mudanças.

Vejamos uma lógica simples. O universo tem leis que se forem seguidas promovem a felicidade, alegria, prosperidade, saúde, evolução, crescimento, etc. Caso isso não esteja acontecendo na vida da pessoa é lógico que ela não está seguindo as leis do universo.

Que leis ela estará seguindo?

Todos os tabus, preconceitos, crenças, mentiras, lavagem cerebral, zona de conforto, medos, etc. Tudo que a família e a sociedade colocaram na cabeça da criança. Criando um mapa que não corresponde ao território. Pra falar em termos de PNL.

Desfazer-se de tudo isso é a parte que cabe à pessoa. A onda que entra está facilitando o processo. Mostrando tudo que deve ser jogado fora. Que é mentira. Que deve ser questionado.

Acontece que essa lavagem cerebral é muito persistente. A pessoa acredita que o que falaram para ela quando criança é verdade. Ela não confere aquilo pessoalmente. Ela não questiona e procura descobrir por si só. Esse é o problema principal. É por essa razão que o processo demora mais do que deveria.

Quando a pessoa se abstém completamente do ego, a informação entra em nanosegundos. Nesse caso a pessoa está totalmente disponível para fazer o que veio fazer aqui.

Se os resultados demoram é porque a pessoa está se apegando a crenças que não são reais. Não dão resultado. O universo é um lugar de leis. Tem de dar resultado se a pessoa está de acordo com essas leis. Isso é valido para todas as áreas da vida do ser humano. E se a pessoa acredita que sofrimento é bom? E se a pessoa acredita que Deus castiga? Que tortura? Que pune pela eternidade?

Para chegar a entender o processo da Ressonância tive de rever tudo que já tinha aprendido. Tudo que me disseram que era real. Tive de ver por mim mesmo. Testar na própria carne para ver se era real ou não. Lançar-me no desconhecido sem volta para saber até onde ia na toca do coelho. Isso significou muitas vezes cortar na própria carne. Trocar de pele N vezes. Ficar só.

Gilberto Gil compôs uma música maravilhosa que diz exatamente o que é o processo da Ressonância: “Se eu quiser falar com Deus”.

Hélio Couto
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segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Revolucionário Quântico VI

Revolucionário Quântico VII

Mecânica quântica é uma unanimidade. Todos são contra. Quase todos.

De um lado temos os que não acreditam que a consciência permeia toda a realidade. Que tudo é consciência. Que a consciência é a base da realidade. Negam que o elétron tenha consciência. No experimento da dupla fenda com efeito retardado o elétron já passou pela(s) fenda(s) e antes que ele demonstre se passou por uma ou por duas fechamos ou abrimos uma das fendas. Ainda não sabemos se ele passou como onda (duas fendas) ou partícula (uma fenda). Isso saberemos quando virmos se houve interferência construtiva (ondas) ou não houve (partícula). Pela(s) franja(s) sabemos isso. Pois bem, antes que isso possa ser visto é possível fechar ou abrir outra fenda. Notem que o elétron já passou, já é passado e nós mudamos o obstáculo. E o que acontece? Ele se comporta de acordo com o novo estado das fendas. Abertas ou fechadas. Entenderam? Ele já tinha passado e nós mudamos isso. E ele se comporta de acordo com a mudança que nós fizemos! Mas, ele já tinha passado! Se tinha passado por uma fenda teria o comportamento de partícula e nós abrimos as duas fendas depois que ele passou. E ele mostra o padrão de interferência de ondas. Só que ele já havia passado como partícula! Pergunta: ele sabe o que nós queremos ou não? Ele voltou atrás e passou de novo? De qualquer forma ele aparece como onda quando já tinha passado como partícula! Essa é a questão. E agora? Como explicar isso? Quando estamos no lado astral vemos que o elétron tem consciência. Isso está claro para quem está do lado espiritual da realidade, mas os físicos não fazem isso e se algum faz não conta para ninguém. Portanto, os físicos têm de explicar com a ciência do lado material. E como explicar esse comportamento do elétron?

Se a pessoa não acredita que a consciência permeia a realidade, que é apenas um epifenômeno químico/elétrico do cérebro, que vivemos num mundo material apenas e que não existe espírito, nem nada fora da matéria, ela vive num paradigma materialista. Esse é o paradigma científico atual. O materialismo reducionista. Acreditam que só existe a matéria. Bem, sobra sempre a questão da Causa Primeira! De onde surgiu a matéria? Do Big Bang? E de onde veio a energia que emanou o Big Bang? Tem de existir uma Causa Primeira. Não há como fugir disto, mas empurram a questão para debaixo do tapete.

Com o paradigma materialista surge uma questão interessante: se não existe mais nada que a matéria porque essas pessoas estão trabalhando e não estão assaltando bancos? Para que trabalhar por um salário mínimo ou seja que salário for? Porque não ser um grande criminoso? O planeta está cheio deles, mas se é o materialismo a verdade, a maioria deveria ser de criminosos, já que não existe mais nada depois da morte! Nem conseqüências, nem causa e efeito, nem carma e etc.. Se a consciência que todos os humanos têm é apenas um efeito químico/elétrico não tem como fugir da questão acima?

Do outro lado temos os que não querem nem conversar sobre a mecânica quântica. E sem conversar não há possibilidade de se esclarecer um assunto e entende-lo. Ignorar o assunto e não dialogar sobre ele só manterá todos na ignorância da realidade. Hoje temos já uma sociedade em que a mecânica quântica está em 90% de tudo que se usa e em 30% da economia. Usam-se celulares, GPS, rádio, tv, etc. e não se quer saber como isso pode funcionar. Sugiro a leitura do livro: “El Enigma Cuántico, Encuentros entre la física y la conciencia, El secreto mejor guardado de la física contemporânea”, de Bruce Rosenblum e Fred Kuttner, físicos. Eles contam que estavam dando um curso para leigos sobre mecânica quântica e uma pessoa perguntou para que servia a mecânica quântica! Então eles passaram uma hora explicando como funciona toda a parafernália eletrônica desta sociedade!  Portanto, todos usam a mecânica quântica e muitos não querem saber o que ela é. Qual o problema em entender isso? Todos são feitos de átomos, todos respiramos ar feito de átomos, sentamos em cadeiras de átomos, comemos alimentos que são átomos, vivemos um planeta feito de átomos e quando olhamos para a Lua, o Sol e as galáxias vemos tudo feito por átomos. Toda a realidade é feita de átomos. O cérebro de quem não acredita em mecânica quântica é feito de átomos. Todo o processamento químico/elétrico do cérebro é um processo quântico. Vejam o trabalho de Stuart Hameroff sobre os micro-túbulos nas sinapses. E mesmo a pessoa sendo feita de átomos ela não quer saber como funciona o átomo!

Bem, não querer saber como funciona a realidade tem conseqüências. Lembram daquela pessoa que não sabia que crédito é divida? Ela não entendia como é a realidade financeira do mundo e agora está endividada. Imagine a conseqüência de não saber como é a realidade última?

Um pouquinho de cosmogonia. É interessante! Vejam o que é paradigma e o que é metáfora.
Com metáforas dá para criar qualquer crença que se queira. É importante entender como funciona a mente humana senão a gente acaba fazendo divida pensando que é crédito!

Existe uma tribo que acredita que a Terra esteja em cima de uma tartaruga gigante. Quando perguntaram para essas pessoas sobre o que estaria essa tartaruga gigante ela respondeu: “Sobre outra tartaruga, é lógico!”. E assim sucessivamente. Ad infinitum!

Acredito que estão rindo dessa história e achando incrível acreditar nisso. Pois bem. Essa estória (metáfora) é tão boa quanto qualquer outra para explicar como é o universo. São metáforas. Não é a realidade! Uma grande parte da humanidade atual acredita que a Terra é um planeta que gira no espaço em volta do Sol (já queimaram pessoas por acreditar nisso) e que o Sol gira em torno de outro centro e assim por diante. Então Einstein veio e disse que o espaço era curvo. O continuum espaço/tempo é curvo. A Terra desliza nesse continuum espaço/tempo. Em 1919 fizeram uma experiência para ver se isso era real. Se o espaço é curvo a luz que vem de uma estrela distante  e que está num determinado momento “atrás” do Sol fará uma curva para chegar até nós. Isso foi testado no eclipse de 1919 e os cientistas foram até Natal (RN) para verificar isso. E confirmaram que o espaço é curvo. Pois bem. Agora acreditamos que o espaço é curvo e que estamos rolando nele.  Agora a questão é: o que é o continuum espaço/tempo? De que ele é feito? E ai caímos na mesma situação da discussão sobre a mecânica quântica. Qual é a base da realidade? O que é a realidade última? Tudo que nossos sentidos percebem é uma manifestação do que? O que está por trás de tudo isso?

Portanto, qualquer metáfora é boa para explicar o universo, mas é apenas uma metáfora. Alguns anos atrás quando foi lançada a nova trilogia de Star Wars, dois atores foram até a praça da Sé vestidos de Jedi e começaram a pregar sobre a Força. O conceito que está por trás da estória de Star Wars. Imediatamente começaram a receber contribuições em dinheiro para a nova religião baseada na Força. Num censo feito no Austrália anos atrás 70 mil australianos se declararam da religião Jedi. E tem também aquela história do deus Rambo lá daquela ilha do Pacifico! E assim por diante. Leiam “As máscaras de Deus”, de Joseph Campbell. Indispensável.

Portanto, qualquer metáfora serve. Só que o conhecimento avança e a humanidade evolui. E somos compelidos a entender a realidade queiramos ou não. Esse é um imperativo evolucionário. Ou uma sociedade evolui e entende a realidade última ou desaparece. É simples! Hiroshima e Nagasaki estão ai para mostrar as conseqüências de não se entender a realidade. Ou não se aceitar.

Hélio Couto
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sábado, 19 de agosto de 2017

Mitologia Analítica II Ares I





Mitologia Analítica II


Ares I


O Arquétipo da Guerra. Ares para os gregos e Marte para os romanos.


No filme “Ressurreição” tem uma cena em que Pilatos pergunta para o Tribuno (estou explicando o significado da pergunta, não é a pergunta literal): qual o seu mito ou que mitologia está vivendo? O Tribuno responde: Marte. E Pilatos fala: é lógico. O que Pilatos quer dizer é que quem vive da guerra só pode estar vivendo sob a emanação de Ares. A vida da pessoa é exatamente o mito em que está vivendo e em qual emanação arquetípica está. Para mudar isso é preciso mudar a mitologia vivida.


A mitologia da guerra é a mais vivida neste planeta desde os primórdios. Se olharmos a história veremos que a guerra é tudo neste planeta. Estima-se em 14600 guerras nos últimos 6 mil anos. A guerra move tudo e todo o progresso depende das guerras. Basta ver os avanços científicos que acontecem por causa da guerra. Então é lógico que Ares é da maior importância na vida deste planeta. E é isso que precisa ser estudado detalhadamente se quisermos que um dia isso mude.


Quando se analisa as guerras, seus participantes, suas reações, suas motivações, percebe-se claramente uma adoração pela guerra. Uma paixão pela guerra. Logo antes da Primeira Guerra Mundial, alguns jovens cantavam alegremente: “Teremos uma guerra legal! ”. Esta alegria é que está no fundo do inconsciente e que permite que a guerra seja tudo neste planeta. O instinto de guerrear o tempo todo. A alegria de guerrear, a realização pessoal na batalha, o foco fechado no instante da batalha, o sentimento de fluxo na batalha, etc. Este é o sentimento que é buscado na guerra. O resto são consequências. O foco fechado no instante da batalha é o que motiva os humanos. Este foco fechado poderia ser encontrado de outra forma, mas é prioritariamente na guerra que os humanos procuram encontra-lo. Esta é a psicologia profunda da guerra. O instinto de sobrevivência elevado a paroxismos. É por esta razão que os gregos diziam que a guerra é tudo, que é a origem de tudo. Em todas as mitologias a disputa, a desavença, o ódio, a inveja, o ciúme, o assassinato, está lá desde o início. Em todas as atividades humanas o sentimento de guerra está presente. A competição é a norma. A guerra nos negócios, pelo mercado, no amor, nas famílias, no transito, etc. Em tudo está a guerra aberta ou dissimulada. Portanto, em tudo está Ares. Perceba-se isso ou não. Todo instrumento de guerra é Ares. Toda atitude de competição é Ares.


No filme “Mulher Maravilha”, que é uma excelente aula de mitologia, Ares é o personagem central do drama. Diana concorda com o que Ares fala, mas ela diz: eles são mais que isso. E eles são mais que isso porque neles está a Centelha Divina. Isso ela não pode dizer, mas está implícito.


Existe uma maneira de diminuir a influência de Ares e isso veremos ao longo destas postagens.


Hélio Couto

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

PNL I



PNL I

Em Neurolinguística sempre se diz que o “mapa não é o território”. Esta é uma grande verdade e este é o problema do ser humano. O mapa é aquilo que a pessoa pensa que é o mundo. É uma construção lógica que pode ter desde alguma aproximação da realidade até não ter nenhuma. É o caso das doenças mentais graves. Quanto mais longe da realidade mais imersa a pessoa está nos próprios pensamentos. O mapa tomou conta de tudo.

A questão é que para transitar no mundo é preciso ter um mínimo de noção do território. Se tivermos grande conhecimento do território o mundo estará em nossas mãos literalmente, caso contrário terá muita dificuldade para viver neste mundo.

A visão de mundo que nós criamos guia nossa passagem na vida. Essa visão de mundo é o mapa construído com tudo aquilo que ouvimos, vimos e experimentamos desde que nascemos. Todas as afirmações que escutamos são gravadas em nós e se não forem analisadas imediatamente passarão a serem nossas crenças, conscientes e inconscientes. O mapa é o conjunto do consciente e inconsciente. Quando a pessoa senta na frente de um entrevistador de emprego ela não  tem noção de todo o comportamento que está tendo, mas cada gesto seu é feito pelo seu inconsciente, quer ela saiba ou não. De qualquer forma o mapa está guiando o comportamento do candidato. O mapa diz que ele deve se comportar de determinada forma, falar de um jeito ou de outro, responder, gesticular, olhar, argumentar, etc.. Isso tudo de forma automática e espontânea. Não há tempo para analisar cada fala ou resposta. O mapa está cuidando de tudo isso. Se o mapa não condiz com a realidade o candidato perde a vaga do emprego.

Quando fazemos dívidas também estamos agindo de acordo com um mapa.

Imagine que um caçador procure a caça com um mapa completamente distinto do território. Quando ele terá algo para comer? Nunca. Por isso é que a primeira coisa que se faz em Neurolinguística é rever o mapa para se adequar ao território.

Todos têm filtros que selecionam quais percepções chegam ao nosso consciente. O resto vai para o inconsciente. É por isso que questionar as nossas crenças, nosso mapa, é fundamental para se ter resultados. Todo empresário que vai a falência tem um mapa fora da realidade do território. Toda pessoa que é empregado e abre uma empresa tem graves problemas em pouco tempo porque está atuando nos negócios com um mapa de empregado. 80% fecham a empresa em menos de um ano.

A avaliação que a pessoa faz da realidade é baseada no mapa interno que tem. É aquilo que ela acredita que a realidade é. Pense numa pessoa que não conhece as regras de transito, mas sabe dirigir. Pega o carro e entra numa contramão. Bate de frente com outro carro. O problema de não conhecer as regras é dela. Ela teria de estudar antes de sair dirigindo. O risco é dela. Isso é válido para tudo que se faz na vida. Sem conhecer suficientemente o território os problemas são inevitáveis. Podemos avaliar se nosso mapa está muito diferente do território pelos resultados que estamos tendo. Isso deve ser feito o tempo todo para se corrigir o rumo que estamos tomando. E ter a humildade de refazer o mapa quando ele se mostra errado.

Toda mulher que sai com o marido dirigindo o carro sabe a dificuldade que é isso. Quando o marido se perde dificilmente ele pede informação. Continuará dando voltas até encontrar o lugar ou chegar numa situação constrangedora. Daí pedirá informação. Hoje com o GPS isso ficou mais raro de acontecer. Só que os atuais sistemas ainda não fornecem o melhor caminho em termos de segurança. O GPS pode te colocar no meio de uma favela caso você não tenha conhecimento da cidade.

Neurologicamente temos severas restrições de percepção da realidade. Qualquer cachorro ouve mais que nós. O mapa extremamente restritivo da realidade física é o maior problema que encontramos para construir um mapa minimamente semelhante ao território. É o que acontece com as várias dimensões da realidade. As dimensões que não percebemos, mas que estão à nossa volta. É preciso muito discernimento para criar um mapa que contenha o território destas dimensões “não materiais”.

Hélio Couto
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segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Liderança Solidária I



Liderança Solidária é quando o líder olha os interesses de todos os envolvidos. Inclusive os do que são considerados inimigos ou adversários. Um líder que só olhe os próprios interesses perde a oportunidade de crescer junto com todos os demais. Um líder que só olhe os interesses da própria turma também perde com a falta de crescimento dos demais. O máximo de crescimento acontece quando o líder olha no longo prazo e vê todas as variáveis envolvidas. Procurando compatibilizar todos os interesses para que todos cresçam.


Uma característica fundamental de um líder assim é a empatia. A capacidade de se pôr no lugar do outro e sentir a dor do outro. Isso só é possível quando há doação irrestrita de ajuda no máximo da própria capacidade.


A liderança solidária permite que todos ganhem. Mesmo que os demais não percebam que é isso que está acontecendo. O líder solidário não precisa apregoar isso. Basta fazer em silêncio. O que a mão direita faz a esquerda não precisa saber. Dar sem que ninguém saiba que dá.


O líder solidário deve ser o que mais trabalha, o que mais estuda e o que mais ajuda. Sempre pensando no longo prazo. Ele lidera motivando cada um a dar o máximo de si. Nunca exigindo mais do que podem dar, mas propiciando que deem o máximo de si.


A recompensa do líder solidário é o próprio ato de liderar desta forma.

Hélio Couto
Projeto Negociação Humanizada
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PNL II (Programação Neurolinguística II)

PNL II

A questão do mapa e do território é de extrema importância para o sucesso de qualquer pessoa. Quando a criança nasce começa a receber um mapa da realidade que os pais e a sociedade em geral passam para ela. É o que se chama de “receita de bolo”. Para conseguir o que quer deve fazer assim ou assado. Isto é válido para todas as áreas da vida. Para os negócios, para a saúde, para conseguir um relacionamento e assim por diante.

Este mapa não é o território. Não é a realidade objetiva do mundo. É apenas o que a percepção de outras pessoas permite que elas enxerguem no mundo. Pelos resultados pode-se ver que o mapa está muito longe do território.

O mapa é gravado a ferro e fogo na mente da criança, depois que a criança já escutou essas estórias milhares de vezes. Com 10 anos de idade ela já viveu 3650 dias com 24 horas por dia recebendo informações consciente e inconscientemente. 

Mudar o mapa é uma coisa muito difícil como toda pessoa que já tentou sabe. Cometem-se os mesmos erros vezes sem conta, com um padrão de comportamento repetitivo e por mais que a pessoa perceba que não deve agir de determinada forma ela continua cometendo os mesmos erros.

Vejam por exemplo o caso de se achar que crédito não é dívida. A pessoa toma um crédito sem pensar que tem de pagar por aquilo. Ela não faz uma ligação entre uma coisa e outra. Pode parecer incrível para alguma algumas pessoas isso, mas realmente a pessoa não liga as duas coisas. E assim o endividamento acontece. E isso muitas vezes é irreversível. As falências acontecem também por isso.

Quantas vezes uma pessoa está com a carreira em ascensão e faz uma troca de emprego desastrosa?

Quantas vezes uma pessoa faz escolhas erradas de relacionamento e atrai sempre pessoas que só trazem problemas?

Quantas vezes um jogador de futebol que está tendo enorme sucesso num time vai para outro time e desaparece do cenário futebolístico?

Quantas vezes fazemos coisas que são contra a nossa saúde sem entender que aquilo é nocivo?

Quantas vezes abrimos um negócio acreditando que dará certo e que teremos muitos clientes? E depois ficamos na esperança de que no mês que vem melhorará? E depois no outro mês e assim por diante até a falência? Vivendo de esperança!

Tudo isso é o mapa que a pessoa tem na mente. É o que ela acredita que é real. Só que isso não é o real. É apenas o que ela acredita. Sem trocar esse mapa e enxergar o território claramente não há possibilidade de sucesso em nada. Essa é a razão do porque algumas pessoas conseguem o que querem e a maioria absoluta não. É só olhar o que acontece no mundo que isso está claríssimo; mas a pessoa não enxerga isso. O mapa filtra aquilo que ela vê, sente, cheira, ouve, etc.. O mapa é como uns óculos de sol. Deixa passar muito pouca luz.

E com o passar do tempo os problemas se acumulam e a pessoa pensa que é por falta de empenho e põe mais força no que faz! Ela faz mais ainda do que já está fazendo errado. Põe mais determinação em executar um mapa irreal. E os problemas aumentam. É um ciclo vicioso que se não é percebido a tempo pode ser totalmente desastroso para aquela pessoa. Sempre na esperança de que as coisas vão melhorar!

Todos que já tentaram explicar para alguém que o mapa não é o território já sentiram a tremenda resistência que encontram por parte da outra pessoa. Praticamente ninguém admite que tenha um mapa irreal. Já que a gravação do mapa foi tão bem feita na infância e juventude. Muitas vezes a pessoa precisa ter problemas gravíssimos para começar a desconfiar que tenha algo errado com o seu mapa da realidade. O que ela acredita que é real no mundo. Portanto, trocar o mapa não é uma coisa banal de se fazer.

É nesse ponto que entra a Ressonância Harmônica. É somando as tecnologias que podemos trocar o mapa com muito mais facilidade. O mapa está gravado na mente como energia. Tem fundamento atômico. Tudo que existe é atômico. Tudo é energia. Lembram da formula famosa do Einstein? Ela permitiu fazer a bomba. Na nossa mente é a mesma coisa. Temos um corpo e esse corpo é energia também. O mapa está gravado energeticamente e pode ser trocado energeticamente. Podemos colocar outra energia nele e regravá-lo. Colocando em cima outro mapa que seja exatamente o que é o território. Na verdade a pessoa deixa de ter mapa e vê o território claramente. E ai o sucesso é garantido em todas as áreas da vida da pessoa. Para isso só é preciso tempo de gravação para mudar isso. Por exemplo: pegue uma fita cassete com a gravação de uma sinfonia de 74 minutos. Para gravar outra coisa em cima precisamos de 74 minutos para sobrepor uma coisa à outra. É a mesma coisa. Precisamos de um determinado tempo, que varia de pessoa para pessoa, para que o mapa antigo seja apagado e ela veja o território claramente. 

Isso é que é a transferência da informação. O mapa é informação e pode ser mudado. Então a pessoa pode fazer as escolhas certas e conseguir o sucesso que tanto deseja. Todos os problemas, como falta de dinheiro, de prosperidade, tristeza, doenças, etc. não precisam existir. Tudo isso é resultado de um mapa irreal. O que gravaram em você pode ser desgravado. É puro magnetismo e pode ser magnetizado de outra forma. É apenas uma questão de percepção da realidade. Mudando-se isso se muda tudo. Existe solução.


Hélio Couto


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domingo, 13 de agosto de 2017

Pais e filhos II


Pais e filhos II

Sempre se ouve expressões como: “não pedi para nascer”, “não quero ajuda”, “aprenderei errando”, “não preciso de ninguém”, e assim por diante.

Um dia um filho sai de casa e vai enfrentar o mundo sozinho. Comete todos os desatinos e um dia volta cansado e desiludido. Neste ponto ele está pronto para reconhecer o amor do pai por ele. E o pai o recebe de braços abertos e manda fazer uma festa pela volta do filho.

O pai tem de deixar o filho fazer o que ele quiser. É livre para ir embora e é livre para voltar. E sempre o pai o ajudará com tudo que tiver. 

O pai sempre sabe que deve preparar o filho para a vida. Para ser independente. Para que ganhe o próprio sustento, pois um dia o pai não estará mais aqui e o que sobrou é o conhecimento que o pai passou para o filho. Tudo o mais pode ser perdido ou tomado, mas o conhecimento nunca se perde. E com conhecimento tudo pode ser reconquistado.

É uma fase normal de afirmação da personalidade a procura da independência do pai. Querer errar sozinho e testar as próprias forças. Basta ter paciência que a fase passa e a maturidade chega. Nesse ponto o filho torna-se pai e o pai avô. Nesse momento o filho reconhece tudo que o pai fez por ele.

O pai espera o retorno do filho o quanto for necessário. Com toda a paciência do mundo. E o pai faz tudo o que pode pelo filho.

E nada pode mudar o amor do pai pelo filho.

Hélio Couto
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sábado, 5 de agosto de 2017

Mitologia Analítica I Objetivos I




Objetivos I


“Uma pessoa não se torna Iluminada imaginando figuras de luz, mas transformando a escuridão em consciência.”

Carl G. Jung


O objetivo da Mitologia Analítica é facilitar o caminho para a Iluminação. Somente quando a pessoa chegar à Individuação plena é que o trabalho estará concluído e a pessoa pode começar a sua jornada na Luz.


Algumas pessoas dizem que não se pode medir a Individuação. Não se pode medir em metros ou quilos, mas se pode medir em sentimentos. Dá para ver no olhar se a pessoa está Iluminada ou Individuada. Dá para sentir nas atitudes se está Individuada. Dá para sentir a emanação se está Individuada. Portanto, o trabalho de Individuação pode ser quantificado, mas não pelos métodos normais da ciência. Pela ciência metafísica dá para medir e isso faz parte do protocolo da Mitologia Analítica.


O Mito a ser vivenciado e o Arquétipo que nos orienta nos levam à Individuação plena. Se isso não acontece é porque não estamos no Mito adequado para nossa vida ou não estamos seguindo as orientações do nosso Arquétipo Mentor.


Sugiro o filme “Mulher maravilha” como exemplo da transformação que uma pessoa tem quando encontra o Arquétipo e o Mito corretos para ela. O filme mostra que os Arquétipos vivem em outra dimensão da realidade e isso foi muito bem colocado, pois é exatamente assim que é. Os Arquétipos estão vivos e atuantes, orientando no sentido da Individuação plena. Mesmo que isso seja difícil de entender ou aceitar.


Durante o trabalho com a MA o contato com os Arquétipos acontecerá na dimensão deles para facilitar o entendimento das orientações que passam. Em alguns casos poderá acontecer nesta dimensão face a face, mas cada caso é um caso e não devemos exigir nada dos Arquétipos. Eles não são servos nossos. São orientadores que já conhecem a Jornada do Herói.


Alguns desses procedimentos serão explicados publicamente e outros apenas para a pessoa que está fazendo o trabalho da MA. Cada jornada é exclusiva daquela pessoa. Não existem duas jornadas iguais, mas existem padrões arquetípicos que devem ser seguidos.


Cada Centelha tem um caminho único a ser vivido de acordo com a Imaginação do Todo.


Hélio Couto

Videos editados I


Ninguém está autorizado a editar meus vídeos e fazer montagens, cortes, adições ou qualquer outra manipulação com as imagens das palestras.

Somente com autorização por escrito alguém pode usar minhas imagens.

Isso já foi dito na palestra passada e já postei sobre isso.

Quem está fazendo isso está prejudicando o trabalho.

Existe uma estratégia de divulgação feita por mim e que está sendo seguida à risca.

Todos os vídeos editados por outras pessoas devem ser tirados de qualquer mídia em que estiverem.

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